domingo, julho 24, 2011




FRANCISCO GENUINO DE SOUZA JUNIOR - CRT 41344
Terapeuta Holístico, Coach certificado pelo ICI (integrated coach institute), Master em PNL





Atendimento individual e organizacional. (Treinamentos e workshop personalizado para o desenvolvimento de pessoas, equipes e lideres.)      

TÉCNICAS
Psicoterapia holística (conversas terapeuticas, uma abordagem sistemica),
PNL - Programação Neuro Linguística
HIipnose Ericksoniana, 
Terapia de regressão de memórias,
Healing,
Terapias corporais
Melhora da qualidade de vida,
Aplicação do processo de Coaching pessoal e executivo
Programa de autoconhecimento.
  
PORTIFÓLIO DE ATUAÇÃO:  

CURSO VENCENDO A TIMIDEZ ( ON- LINE OU PRESENCIAL) - ACOMPANHA UM CD DE AUDIO 

PROGRAMA DE DESENVOVIMENTO PESSOAL EM CD DE AUDIO 

ATENDIMENTO DE COACHING INDIVIDUAL E ORGANIZACIONAL 

PROGRAMA PARA GRUPOS OU ATENDIMENTO INDIVIDUAL: PERDA DE PESO, STRESS, FOBIAS, DEPRESSÃO, TRAUMAS, PARAR DE FUMAR, DISTURBIOS COMPORTAMENTAIS

TERAPIA DE REGRESSÃO DE MEMÓRIA.  

APLICAÇÃO DO PROCESSO DE HEALING.(CURA NATURAL, RADIESTESIA, RESPIRAÇÃO, E TOQUES TERAPEUTICOS) 

CURSOS DE MEDITAÇÃO, GERENCIAMENTO DAS EMOÇÕES, PNL VOLTADO PARA TERAPIAS. 

CONSTELAÇÕES FAMILIARES. 

SHIATSU TERAPEUTICO  

CURSO DE TERAPIA CORPORAL. (em andamento) 

ATENDIMENTOS PERSONALIZADOS COM A TERAPIA HOLISTICA




 
 
Nirvana Consciência Holística
Rua Souza Pinto, 1157 Tirol - Natal-RN
84 3081 2324 e 8852 2324
terapias_23@hotmail.com 
nirvanatal@uol.com.br

Terapias Corporais Ayurvedica.



 Ayurveda em sânscrito significa, literalmente, ayu = vida e veda = conhecimento. É a sistematização dos princípios da vida, originária da India é a ciência da longevidade e do viver bem.
Ayurveda atesta que a normalidade deve ser avaliada individualmente, pois cada ser humano manifesta seu próprio e particular temperamento e funcionamento. É uma abordagem preventiva identificando estágios brandos do processo de desequilíbrio e buscando através de diversas terapias restaurar nosso equilíbrio funcional pessoal.



ABHYANGA



ABHYANGA 
Abhyanga significa, em sânscrito, untar, friccionar com óleo. Abhyanga pode ser aplicado pela própria pessoa como automassagem, por um praticante ou, sincronicamente, por dois ou mais praticantes. A ênfase está mais em nutrir a pele. O óleo ao penetrar a pele nutre os tecidos ( dhatus ) e as toxinas são liberadas. A vantagem principal do uso de óleos medicamentosos na massagem ayuvédica é que suas propriedades curativas são absorvidas no sistema através da pele , em alguns minutos.
A massagem ayurvédica aumenta a circulação dos fluidos vitais e as trocas a nível celular. Experimentos científicos vêm provando que mais sangue circula nos tecidos durante e após fricção e massagem. Também ficou demonstrado que há um aumento de células vermelhas após a massagem. Da mesma forma, a circulação linfática também aumenta. Os resíduos e toxinas, tais como ácido lático nos músculos, são removidos, tornando-os relaxados.

Em Ayurveda a massagem é recomendada como prática diária. Assim como seguimos rotina de comer, dormir e se exercitar, deve-se receber massagempara ajudar a descarregar as toxinas do corpo.

Em Ayurveda acredita-se que dores são causadas pela obstrução do fluxo de prana  (energia vital ) pelos canais siras. Na massagem calor é gerado pela fricção que faz com que os ares do corpo ( vayu ) se expandam e se movam. A circulação desse vayu pelos siras alivía as dores e tensões.

Abhyanga promove uma respiração mais profunda e natural. Nutre os 7 dhatus (tecidos)  e equilibra os três doshas ( humores ). Feita regularmente relaxa músculos, nervos, juntas. Atua diretamente nos sistemas linfático, sangüíneo e nervoso estimulando também o sistema digestivo. Aumenta a imunidade, melhora a digestão e leva a um sono mais profundo e tranqüilo. Remove o stress e tensão dando mais vigor e vitalidade, ajudando assim no processo de rejuvenescimento.
Veja alguns dos principais benefícios da abhyanga:

                      Aumenta a força dos tecidos
                      Melhora a circulação de sangue  
                      Rejuvenesce o corpo inteiro  
                      Diminui a celulite 
                      Embeleza a pele 
                      Retarda o envelhecimento
                      Induz o sono restaurador 
                      Promove a vitalidade 
                      Equilibra os doshas
                      Reduz a tensão 
                      Remove as toxinas do organismo


A abhyanga pode se aplicado em regiões específicas do corpo, e assim recebe os nomes:

Mukhabhyanga = massagem facial
Padabhyanga = massagem nos pés
Pristhabhyanga = massagem nas costas

Shiroabhyanga = massagem na cabeça




SHIRODHARA

SHIRODHARA

Shirodhara é o fluxo de óleo morno sobre a testa logo acima das sobrancelhas. É uma das mais divinas e relaxantes terapias que se possa experimentar. Após essa terapia o paciente irradia frescor na pele, saúde, vitalidade e profundo bem estar, demonstrando sorriso e serenidade.

Este fluxo constante produz ondas circulares que vão acalmar o cérebro, então determinados distúrbios onde a causa principal está no sistema neurológico podem encontrar, através da shirodhara, um potente tratamento auxiliar a qualquer outro tratamento médico ortodoxo.

A principal ênfase deste tratamento está na nutrição dos canais energéticos pelo prana, através do shirodhara. Segundo o ayurveda, não adianta cuidar do cérebro separadamente do cerebelo, do hipotálamo, ou do centro motor, é necessário que se nutra o prana, através da nutrição do prana o indivíduo poderá alcançar um harmonioso estado de bem estar.

Vários distúrbios podem ser tratados através do shirodhara, trazendo bem estar e aliviando os sitomas dos diversos problemas oriundos do stress.
Terapia indicada para todas as estações do ano e para os três doshas pitta, kapha e vata (biotipos).



Procedimento:
O paciente fica deitado sobre uma maca com a cabeça apoiado em uma almofada. No formato original da India,  a maca é de madeira com um desenho apropriado para que o óleo possa escorrer e ser recolhido pela terapeuta.

O Dhara (dhara patra ou bowl - reservatório de óleo pendurado acima da cabeça do cliente) fica a uma altura de 06 a 07cm aproximadamente. O terapeuta usa o óleo medicado adequado ao paciente na quantidade de cerca de 01 litro (essa quantidade depende da maca que o profissional possui). O óleo levemente aquecido é despejdo dentro do Dhara (bowl). O fluxo do óleo deve ser contínuo e a temperatura do óleo é sempre igual durante todo o procedimento. 
É analisado como o cliente se encontra durante toda a realização do shirodhara, o tempo médio é de 30 a 45 minutos.



UDWARTANA

UDWARTANA -
É um procedimento aplicado em todo o corpo (menos rosto), propicio para a perda de peso. Na Udwartana uma pasta ou um pó de ervas é aplicado sobre todo o corpo e massageado profundamente com movimentos específicos.

É um maravilhoso tonificante da pele e dos músculos torna-se um aliado na redução de medidas após parto ou grande perda de peso. E, ainda, é eficaz na remoção de toxinas de kapha do corpo, revitalizando o sentido de toque e reduzindo celulites, ou seja, um poderoso oxigenador do corpo.








GARSHANA

GARSHANA
Com uma luva de seda esta é uma massagem aplicada no corpo, (menos rosto e cabeça), utilizando-se óleo vegetal morno acoplado com ervas em pó, as quais podem conter cânfora, sal grosso ou black salt. O Garshana é um tratamento herbário especializado para redução de peso.

Melhora a qualidade da pele, tonifica os músculos, diminuindo a flacidez e o peso, reduzindo celulite e removendo toxinas de Kapha, proporcionando uma maravilhosa esfoliação no corpo.


Terapeutas:






Maria Roneres Facundes -  Terapeuta ayurveda formada pela Associação Brasileira de Ayurveda-ABRA





  Francisco Genuino - Terapeuta ayurvedico com formação pela  Associação Brasileita de Ayurveda-ABRA

SHIATSU






O Shiatsu é uma prática terapêutica com bases na medicina tradicional oriental e cuja missão principal é encaminhar os seus praticantes para um estado completo de saúde e de bem-estar. Como é conseguido? Através da pressão, com as mãos e dedos, de pontos vitais do corpo, que ajudam a reequilibrar as nossas energias internas, para uma cura natural e progressiva. Aliás, Shiatsu é uma palavra japonesa que significa isso mesmo – pressão (“atsu”) com os dedos (“shi”).

De onde veio?
O Shiatsu tem as suas origens numa prática com mais de dois mil anos de existência – a "Tao Yin" – que, através de exercício físico, técnicas de respiração, massagens e meditação, procurava devolver ao organismo a fluição natural e “ki”, a “força da vida” que, aliás, rege a medicina oriental. Introduzida no Japão por volta do século VI, os japoneses aperfeiçoaram a técnica ao estudar e desenvolver um método muito próprio: o diagnóstico e tratamento abdominal. Conhecido durante muito tempo como “Anma”, o Shiatsu ganhou estatuto próprio ao distanciar-se da medicina propriamente dita e integrar as práticas de fisioterapia e de quiropraxia, aliada às técnicas de pressão exercidas sobre o corpo com recurso apenas aos dedos. No início do século XX, o terapeuta japonês Tamai Tempaku associou os conhecimentos modernos de anatomia e de fisiologia aos métodos de tratamento orientais antigos e obteve o primeiro esboço do Shiatsu como é hoje conhecido – o "Shiatsu Ryoho" deu mais tarde lugar ao "Shiatsu Ho" até ser simplesmente baptizado de Shiatsu. Em 1964, o governo japonês reconheceu o Shiatsu enquanto terapia independente e distinta, tanto da antiga “Anma”, como da massagem ocidental.
De que se trata?
Recorrendo à pressão dos dedos, o Shiatsu trabalha em cima dos canais de energia do corpo (meridianos), numa tentativa de equilibrar o fluxo da energia vital para a vida (o "ki" – que não vemos, mas sentimos), que pode estar bloqueado, em défice ("kyo") ou em excesso ("jitsu") no organismo. Ao normalizar o “ki”, devolve-se ao corpo a capacidade de se defender das doenças, garantindo assim, o seu funcionamento pleno. Isto é conseguido através dos movimentos manuais feitos nos cerca de 365 pontos de pressão, ou “tsubos”, que existem no corpo humano. Saiba que um meridiano com excesso de energia vai apresentar-se tenso e dorido, enquanto um meridiano com falta de energia vai apresentar-se suave e indolor. 

A técnica
Trazer o bem estar  com as mãos é a base do Shiatsu, cuja técnica é extremamente simples: o terapeuta utiliza os dedos, os polegares, as mãos e as palmas das mãos, os cotovelos e os joelhos para pressionar, alongar e massagar o corpo nos pontos adequados (“tsubos”) ou simplesmente através de movimentos rotativos com os braços ou pernas. As pessoas (e o corpo humano!) respondem muito bem ao toque, principalmente se este for direccionado para as zonas carenciadas. E é precisamente isso que está por de trás da terapia Shiatsu – ajustar a estrutura física do corpo, assim como as suas energias interiores, de forma a prevenir as doenças e manter uma saúde de ferro. 

Os 12 meridianos
Segundo a medicina oriental, a energia (“ki”) percorre o nosso corpo de cima a baixo e vice-versa, seguindo uma linha que se encontra dividida em 12 meridianos pares – simetricamente colocados em cada lado do corpo. São uma dúzia de áreas que, apesar de terem sido baptizadas com o nome do órgão que nela se encontra, possui características orgânicas, mas também psicológicas ou emocionais e que não estão relacionados exclusivamente com esse órgão. Se, por exemplo, o terapeuta lhe disser que o seu meridiano do coração necessita de tratamento, não quer dizer que o órgão-coração está doente, mas antes que precisa de apoio emocional. Existem ainda dois meridianos ímpares, duas “artérias” que percorrem o eixo do corpo – o vaso-anti-concepção (na parte anterior do corpo) e o vaso-governador (na parte posterior do corpo).
  1. Pulmões
  2. Mestre do Coração/Pericárdio/Circulação-Sexo
  3. Coração
  4. Intestino Delgado
  5. Triplo-Aquecedor
  6. Intestino Grosso e Fino
  7. Baço-Pâncreas
  8. Fígado
  9. Rins
  10. Bexiga
  11. Vesícula Biliar
  12. Estômago
O Shiatsu é ideal para…
Não sendo uma técnica que pode trazer o bem estar geral em todos os sentidos da palavra, o Shiatsu é especialmente poderoso quando utilizado em conjunto com outras terapias orientais ou até convencionais. O seu principal objectivo é devolver ao doente elevados níveis de energia, regular e fortalecer o funcionamento dos órgãos, estimulando a resistência natural do organismo contra as doenças e outros problemas de sáude, quer físicos, quer emocionais ou psicológicos. Neste sentido, é mais correcto afirmar que o Shiatsu não cura, mas ajuda a curar, até porque concentra todos os seus poderes curativos na saúde e não na doença. Está indicado principalmente para:  
  • Dores de cabeça/enxaquecas
  • Dores de costa/coluna/pescoço/ombros
  • Dificuldades emocionais (depressão, baixa auto-estima…)
  • Stress/Tensão/Ansiedade
  • Cansaço/Fraqueza
  • Insónias
  • Distúrbios intestinais
  • Perturbações menstruais
  • Problemas respiratórios (asma, bronquite…)
  • Problemas reprodutivos
  • Sinusite
  • Constipações e tosse
  • Tensão muscular
  • Artrite
  • Lesões desportivas
  • Não tratando doenças, e sim o ser humano e o seu bem estar e equilíbrio geral. 

Quais os seus benefícios?
O Shiatsu funciona como catalisador no processo de equilíbrio, sendo que a melhora e o bem estar não é uma experiência imediata, mas sim um percurso contínuo. São muitos os benefícios desta terapia holística, destacando-se uma maior flexibilidade da pele e dos músculos, melhorias ao nível dos sistemas circulatório, digestivo, ósseo, endócrino e nervoso. O objectivo é criar um equilíbrio físico, mental e espiritual; e dotar a pessoa de um maior conhecimento e capacidade de leitura do seu próprio corpo, alertando-a para a importância de um estilo de vida harmonioso e saudável.
Shiatsu vs Massagem
Muitas vezes denominada de “massagem oriental”, e embora partilhe algumas das mesmas características (pressão das mãos no corpo para aliviar a tensão muscular e as articulações presas), na realidade o Shiatsu é muito mais do que uma simples massagem. Isto porque, mesmo que o problema esteja numa zona específica do organismo, o terapeuta trabalha o corpo, ou melhor o sistema energético, por completo.
Contra-Indicações & Efeitos Secundários
Enquanto tratamento para infecções, doenças contagiosas, fraturas ou varizes, o Shiatsu não é recomendado, a não ser que seja administrado em conjunto com tratamentos médicos convencionais. Não deve ser praticado por grávidas nos primeiros três meses de gestação. Salvo estas excepções, pode ser efectuado por qualquer pessoa. Em termos de efeitos secundários são raros, no entanto, há quem sinta dor de cabeça, rigidez nos músculos, frio, má disposição, diarreia, maior vontade de urinar, cansaço ou fraqueza após uma sessão. Estes sintomas são passageiros, desaparecendo nas 12 horas seguintes. Para aliviar algum desconforto sentido na pós-sessão, aconselha-se descanso, o consumo de bastante água e que se mantenha agasalhado. 

O diagnóstico
Antes da primeira sessão, o terapeuta elaborará um diagnóstico baseado no seu actual problema, historial médico, estilo de vida, hábitos alimentares e de exercício físico. Mas fará também um diagnóstico visual (do seu aspecto geral, tom de pele, postura e forma de caminhar); um diagnóstico auditivo (não apenas se ouve bem ou não, mas também do som da sua voz – se é tímida, tensa, nervosa, alta…); um diagnóstico baseado no toque ou o diagnóstico “hara” (“hara” significa abdómen e esta parte do corpo é alva de uma observação cuidadosa porque, sendo uma zona central, denuncia precisamente as áreas "kyo" e "jitsu"). 

AURICULOTERAPIA



 
Chamamos de Auriculoterapia à técnica de análise e tratamento reflexológico por meio de estímulos no pavilhão auricular.
Sua origem data de milênios, tendo sido encontradas pinturas egípcias descrevendo o seu uso como anticoncepcional e para tratamento de ciatalgia, além de citações em tratados chineses e persas; Hipócrates, considerado o pai da medicina ocidental, detalhou a analgesia para nevralgias odontológicas, faciais e ciáticas.
Mais recentemente, no século XVII, o português Zacutus Lusitanus, em seu livro Zacuti Lusitani praxis medica admiranda, descreve seus tratamentos auriculares, o mesmo se dando com Valsalva, em De Aura Humana tractatus, em 1717, sendo que até a metade do século XIX são encontrados dezenas de artigos em revistas médicas relatando casos de sucesso, tendo, entretanto, caído em esquecimento até os meados de 1951, quando o médico francês Paul F. M. Nogier iniciou suas pesquisas, dando tamanho grau de desenvolvimento à técnica, que passou a ser considerado o “pai da Auriculoterapia”.
Acupunturista e quiropata, ele notou que diversas pessoas que sofriam de dor ciática tiveram seus sofrimentos cessados com cauterizações na orelha feitas pela “leiga” madame Barrin. Esses resultados empolgaram Nogier, passando ele a observar que na orelha há regiões doloridas espontaneamente ou ao toque, sempre que no corpo também houver dor.

Verificando a ocorrência dessas regiões, culminou por observar que elas pareciam desenhar uma forma fetal invertida no pavilhão auricular. Com o correr das pesquisas, foi-se mapeando a que zona corporal correspondia cada porção da orelha, tendo sido publicadas na década de 50, as suas conclusões iniciais e seus tratamentos por estímulos de agulhas na aurícula, com grande repercussão entre os acupunturistas, pois estes já estavam acustumados a esse tipo de instrumento.
Tal sucesso chegou até a China, que rapidamente levantou um mapeamento auricular, inundando a Europa com suas orelhas de plástico e "posters" de “auriculo-acupuntura*”. Tudo isso contribuiu para que se confundisse a Acupuntura com essa "nova" técnica, mas as diferenças são gritantes: enquanto para primeira, os pontos existem o tempo todo, quer sirvam para tratamento ou não, na orelha eles não existem, a princípio, só vindo a surgir em correspondência a um desequilíbrio no corpo, facilitando ao máximo a avaliação, tornando praticamente impossível de se errar.
Outro fator de distinção e, provavelmente, a maior descoberta de Paul Nogier, foi a técnica de anamnese pelo pulso, específica para a Auriculoterapia. Enquanto na pulsologia chinesa tomam-se ambos os pulsos simultaneamente e por meio de extrema sensibilidade, distinguem-se informações sobre a condição energética de cada órgão-meridiano, na técnica de Nogier, basta tomar-se um dos pulsos e com uma ponta de metal ou de aparelhagem eletrônica, “passeia-se” por todas as regiões reflexas auriculares e, onde houver desequilíbrio, haverá uma alteração no pulso, que inicialmente chamou-se R.A.C. (reflexo aurículo cardíaco) e hoje em dia se conhece como R.A.N. (reflexo arterial de Nogier) ou V.A.S.* (sinal autônomo vascular).
A Auriculoterapia só veio a trazer novas descobertas no ano de 1966, quando se notou que o V.A.S. servia também para obter-se informações diretamente nos locais afetados. O dr. René J. Bourdiol, pesquisando diversos tipos de estímulos que pudessem vir a substituir as agulhas, descobriu que certos ritmos pulsáteis são melhor absorvidos do que outros e em regiões diferentes, podendo isso ser avaliado pelas reações do V.A.S.*. Isto levou à descoberta das freqüências de ressonância corpórea e auriculares, onde concluiu-se um mapeamento de correspondência natural de valores em hertz para cada região, notando-se em caso de desequilíbrio, uma reação do pulso a uma freqüência não natural ao local afetado, constatando-se a chamada “parasitagem frequencial”. Essa mesma freqüência parasita, se for aplicada no ponto auricular ou diretamente sobre o corpo, dará um estímulo otimizado, compreendido de imediato pelo organismo, surtindo melhores efeitos do que o trabalho com as agulhas. E, de acordo com cada tipo de parasitagem, levantam-se hipóteses específicas de acordo com o valor em hertz. Hoje em dia, não só os ritmos pulsáteis, mas também a aproximação de filtros coloridos e de substâncias as mais variadas, permitem a substituição de quase todos os exames laboratoriais pela técnica de pulsologia.

A essa nova fase, os franceses chamas de auriculo”medicina” (termo este absolutamente inadequado no Brasil, gerando problemas legais; utilize sempre AURICULOTERAPIA). Outro avanço importante e recente, provocou uma reformulação completa dos mapeamentos auriculares: para localizar-se a correspondência reflexológica das regiões auriculares, não é mais necessário esperar o surgimento de pontos patológicos, podendo-se forçar artificialmente a ativação desses locais com o uso de filtros orgânicos específicos e a técnica do V.A.S. Por exemplo: com uma amostra de extrato de células de fígado, “passeia-se” pelas regiões auriculares e, onde causar reação no pulso, será a porção reflexológica correspondente ao fígado. Hoje em dia, já são conhecidas cinco posições diferentes do homem na orelha, o que explica a grande variação da localização das zonas reflexas de um autor para outro.
No Brasil, a esmagadora maioria dos que trabalham com a Terapia Auricular desconhece quase que totalmente o trabalho francês; quando muito, estão a par do primeiro livro publicado de Nogier, o qual já há muito está desatualizado, com suas “receitinhas” de pontos específicos para cada tipo de tratamento. Curiosamente, já havia no país uma certa quantidade de aparelhos com as freqüências de ressonância de Nogier, sem que, entretanto, houvesse alguém que soubesse para que elas serviam ! Ainda há muito o que testar para que possamos nos inteirar totalmente do grau de desenvolvimento atual da auriculoterapia francesa. Em compensação, tenho feito uma abordagem somatopsíquica do tratamento auricular, a que denomino Calatonia Auricular, bem como o teste de fitoterápicos pela orelha e, ainda, o uso das freqüências de ressonância para a estética, além de desenvolver a Ressonância Biofotônica ou Biorressonância, onde os estímulos são dados por meio de luzes comuns (não laser) e ritmos, trabalhos estes, brasileiros e pioneiros...