Sendo a radiestesia uma abordagem energética
milenar, ao longo do tempo foram se desenvolvendo numerosos tipos de pêndulos
principalmente no Egito antigo mais especificamente no vale dos Reis. Na china
2000 anos antes de nossa era, radiestesistas usavam essa arte para encontrar
fontes de água, minérios, e usavam também na agricultura. Um dos grandes
exemplos da utilização da radiestesia foi a construção de Roma, que foi
edificada sobre um lugar escolhido por um radiestesista etrusco que determinou
a zona de influência, favoráveis para a implantação da cidade. Cada exército
romano tinha um pelotão de radiestesista, que usando varas de madeira detectavam
fontes de água subterrânea necessárias à alimentação das tropas, enquanto os
sacerdotes de Roma Imperial preferiam usar o pêndulo.
Muito confundido com magia negra, a radiestesia
durante a idade média foi condenada pela inquisição, mas desde 1546, instrumentos
de madeira (em forma de forquilha) são usadas novamente, principalmente na
explosão do subsolo em toda a Europa.
De 1610 a 1638 mais de 150 minas foram descobertas
pelo marquês de Beausoleil e sua esposa Martine de Bertereau.
No século XVIII o interesse dos cientistas pela
rabdomancia (nome antigo da radiestesia, rhabdos = vara e mancia = adivinhação)
foi crescendo, Blenton, francês da região do Dauphiné pratica a radiestesia sem
usar nenhum instrumento, quando ele passa sobre o leito de um rio subterraneo,
seu corpo treme, sua respiração se torna ofegante e ele tem a sensação de estar
com febre, ele é chamado pela rainha da França, Marie Antoinette, para achar as
fontes que abasteceriam o palácio do Trianon (Versailles). Em 1780, um médico
de Nancy, o doutor Thouvenel, convida Bleton para fins de pesquisas, e escreve
um livro, Memória Física e medicinal mostrando as relações óbvias entre a
forquilha, o magnetismo e a eletricidade, dez anos mais tarde ele continua suas
pesquisas junto aos cientistas italianos, Spalanzani, Albert Fortis e Charles
Amoreti. Desde o início do século XIX os radiestesistas começaram a usar mais
os pêndulos que a forquilha. Em 1890, os abades franceses Mermet e Bouly
inventaram o termo Radiestesia do latim radius = (raio) e do grego = aisthêsis
(sensibilidade). Eles começam a fazer detecção à distância, comprovando esse
progresso cientificamente.
Há mais ou menos um século, Freud descobriu a
existência dos três EUS. O eu inferior (inconsciente), o eu médio (consciente)
e o eu superior (superconsciente), mas estes três EUS, já eram conhecidos pelos
Kahumas, há mais de 5000 anos e que lhes davam o nome de Unihipili, Uhane e
Aumakua, respectivamente. É fundamental a boa ligação desses três EUS, para que
tenha sucesso em qualquer atividade e especialmente, quando temos em vista o
estudo da Radiestesia e da Radiônica.
Em 1904 o radiestesista Grisez descobre as minas de
potássio na região da Alsácia especificando a profundidade exata da camada: 500
metros. E recebe em pagamento a quantia de três milhões de Francos-ouro, uma
fortuna na época. Em 1929 é criado a associação Francesa e Internacional dos
Amigos da Radiestesia, que conta em seu comitê de honra vários cientistas das
academias de ciência e medicina da época. Quatro radiestesistas famosos do
século XX: o Abade Bouly (1865 – 1958) pai da radiestesia, o Abade Mermet (1866
– 1937) filho e neto de radiestesista conhecido como príncipe dos
radiestesistas, Henry de France (1872 – 1947) o aristocrata da radiestesia, ele
é o primeiro a falar de intuição e, Joseph Treyve (1877 – 1946) mais de 840
fontes de água descobertas.
Desde então a prática da radiestesia se expande no
mundo inteiro crescendo muito no domínio da medicina, da psicologia, na
harmonização de casas e terrenos, na agricultura e localização de fontes de
água.
No Brasil o número de radiestesistas profissionais
ou não aumente a cada ano.
Mantemos cursos de radiestesia, periodicamente, com
turma de no mínimo 12 alunos. Para participar é só ligar e agendar sua participação,
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